HOMENAGEM
Eu
convivi
Eu
vi que era feliz
Eu
conheci Fernando Diniz
O
silêncio sentado em frente a tela
Criando,
compenetrado
Milhares
de cores belas
Mandalas,
estrela, figuras de barro
Os
pincéis eram suas asas
Voava
assim saindo com as obras
Do
universo do sofrimento
Da
clausura no pavilhão psiquiátrico
Diniz
era um poeta de simplicidade
Figura
de extrema verdade
Verdades
que Nise e sua equipe
Trouxeram
a luz
Graças
a Jesus
Eu sinto Diniz presente na saudade
Hoje,
ano 2000, como quando o conheci
Diniz
era feliz, eu conheci
No
Museu de Imagens do Inconsciente
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