SUS
A Saúde do Brasil

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A Saúde é um direito universal garantido na Constituição Federal e o SUS beneficia a todos os brasileiros.

A gestão participativa na Saúde congrega 100 mil conselheiros e integra Redes e movimentos sociais.

O Brasil erradicou a paralisia infantil.

O Brasil passa a ter o sistema de saúde orientado pela atenção básica e é reconhecido como modelo pela Organização Mundial de Saúde em 2008.

A mortalidade infantil diminuiu 61% no período de 1990 a 2010.

O Brasil é reconhecido internacionalmente pelos programas de aids, vacinação, tabagismo, banco de leite humano, transplantes, câncer e atenção básica.

O Programa Brasil Sorridente atende a 67 milhões de pessoas.

Os brasileiros e as brasileiras vivem mais: cresce para 73,1 anos a expectativa de vida.

O SUS realiza 75% da atenção de alta complexidade, o que corresponde a mais de 11 milhões de internações hospitalares, 217 mil cirurgias cardíacas e 9 milhões e 700 mil procedimentos de quimioterapia e radioterapia em 2009.

A Lei n.º 10. 216/2001 implanta a Política de Saúde Mental, que gradativamente desativa o sistema asilar. São implementados os Centros de Atenção Psicossocial e outras formas de assistência para pessoas com transtornos mentais.

Para atender a população que necessita de transplantes, o Brasil possui um banco com mais de 2,4 milhões de doadores voluntários de medula óssea e a Rede Brasileira de Banco de Sangue de Cordão Umbilical e Placentário.

O SUS atua com redes sociais e, em parceria, implementa programas de DST e aids, de redução de mortalidade materna e neonatal e de atenção às vítimas de violência dentre outros.

Com ações de antitabagismo, a prevalência de fumantes no Brasil acima dos 18 anos caiu de 34% em 1989 para 15,1% em 2010.

A prevenção em saúde conta com um amplo programa de vacinação para crianças, jovens, adultos e idosos.

A vigilância sanitária atua em todo o território nacional, inclusive nos portos, aeroportos e fronteiras, com serviços e fiscalização na qualidade de medicamentos e alimentos.

O sistema privado de saúde é regulado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em defesa dos direitos do consumidor e da qualidade nos serviços.

Existem políticas públicas para crianças, adolescentes, mulheres, homens, idosos, pessoas com deficiência, população negra, indígena, LGBT, comunidades quilombolas e ribeirinhas, trabalhadores do campo e da cidade, ciganos, pessoas com transtornos mentais, prostitutas, população de rua e em regime prisional.

O SUS cria, em 2003, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que tem uma cobertura de mais de 111 milhões de pessoas.

Qualificação da força de trabalho com a capacitação de Agentes Comunitários de Saúde; Com o Profae, para a formação de profissionais de enfermagem; com o Telessaúde, voltado para as Equipes de Saúde da Família; com o Pró-Saúde, para a reorientação dos cursos de graduação; Com o UnA-SUS, sistema que oferece a profissionais que atuam na rede pública de saúde cursos de atualização profissional em áreas de interesse do SUS e outras iniciativas para habilitação de técnicos e auxiliares em diversas áreas afins.

Ampliação da assistência farmacêutica com o fornecimento de medicamentos essenciais e antirretrovirais, e iniciativas como os Programas Farmácia Popular do Brasil e Saúde Não tem Preço, política de medicamentos genéricos e venda de medicamento fracionado.

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