APARELHOS Clayton,
utilizados na profilaxia da febre amarela,
(1905?)
No início
do século, Oswaldo Cruz lançava a campanha
contra a febre amarela. Estruturada em moldes
militares, seu alvo central era o Aedes aegypti.
Enfrentou a oposição popular, mas sua
persistência trouxe resultados: nos dois
primeiros meses de 1907, apenas duas pessoas
morriam de febre amarela. Contudo, como o
mosquito não chegou a controlado em todo o país,
logo voltou a se difundir, provocando nova
epidemia na década de 20.
Em 1955,
uma grande campanha realizada pela Organização
Pan-Americana da Saúde erradicou o A. aegypti do
Brasil e de diversos outros países americanos.
No entanto, o mosquito permaneceu presente em
várias áreas do continente, voltando a
espalhar-se. No fim da década de 70, o Brasil
novamente contava com a presença do vetor em
suas principais cidades.