CCMS expõe em Duque de Caxias/RJ obras que usam o humor para informar sobre as Doenças Sexualmente Transmissíveis

Cartuns do Festival Internacional de Humor em DST e Aids estão em exposição no Museu Ciência e Vida. A mostra realizada pelo Ministério da Saúde leva ao museu de Duque de Caxias, na região metropolitana do Rio de Janeiro, uma seleção de aproximadamente 100 trabalhos de mais de 50 países.
As imagens já foram exibidas em mais de 20 cidades brasileiras e de todo o mundo, como Cidade do México (México), Nova York e Washington (Estados Unidos), Genebra (Suíça) e Viena (Áustria). Os cartuns também foram vistos no Cazaquistão, em Moçambique e na Etiópia.
Empregando o humor para discutir temas como prevenção, tratamento e Direitos Humanos, as ilustrações fomentam, com mais facilidade, o debate e a disseminação de informações sobre doenças sexualmente transmissíveis, HIV e Aids.
Serviço:
Festival Internacional de Humor em DST e Aids
Local: Museu Ciência e Vida – www.museucienciaevida.com.br/
Endereço: Rua Aílton da Costa, s/n, 25 de Agosto, Duque de Caxias – RJ
Contato: (21) 2671-7797
Visitação: Até 31 de julho, de terça a sábado, das 9h às 17h; domingos, das 13h às 17h
Entrada gratuita
O Museu Ciência e Vida
Em atividade desde julho de 2010, o Museu Ciência e Vida tem como missão popularizar e difundir a cultura, a ciência e a arte. O grande desafio do Museu é estimular nos visitantes sensações que os levem a novas experiências do saber e despertem o gosto pela ciência. A instituição possui aproximadamente 5.000 metros quadrados abertos a atividades como exposições, oficinas, palestras, cineclube e sessões no planetário.
O Museu Ciência e Vida é um empreendimento da Fundação Centro de Ciências e Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (Cecierj) em parceria com a Secretaria de Ciência e Tecnologia fluminense e apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (FAPERJ).
O Centro Cultural do Ministério da Saúde
O Centro Cultural do Ministério da Saúde foi inaugurado em 2001 como um espaço democrático de disseminação do saber na área da saúde pública. Em 12 anos de funcionamento, já recebeu mais de 47 mil visitantes em sua sede. As mostras itinerantes foram visualizadas por mais de 700 mil pessoas em todo o país. Para além das fronteiras nacionais, um público de quase 300 mil visitantes acompanhou as exposições desenvolvidas pelo CCMS. Todas as mostras estão disponíveis na íntegra no site da unidade.
Instalado no palacete que abrigou o “Pavilhão da Estatística” nas comemorações pelo centenário da Independência, em 1922, o CCMS integra o Corredor Cultural do Rio de Janeiro. A sede da unidade encontra-se temporariamente fechada aos usuários, devido às reformas necessárias para a plena acessibilidade ao prédio e a retomada das ações que tornaram o CCMS referência na difusão do conhecimento na área da saúde pública no País.
O Centro Cultural do Ministério da Saúde é uma unidade da Coordenação-Geral de Documentação e Informação/Subsecretaria de Assuntos Administrativos/Secretaria Executiva do Ministério da Saúde.
A IV Mostra Nacional de Experiências em Atenção Básica/Saúde da Família reuniu cerca de 10 mil participantes em Brasília

A exposição SUS: a Saúde do Brasil, do Centro Cultural do Ministério da Saúde da Coordenação-Geral de Documentação e Informação/SAA/SE, foi exibida na IV Mostra Nacional de Experiências em Atenção Básica/Saúde da Família que reuniu, em Brasília, de 12 a 15 de março de 2014, cerca de 10 mil participantes, dentre servidores do Ministério da Saúde, trabalhadores da Atenção Básica, profissionais de saúde e usuários do SUS de todo o País.
O objetivo foi o intercâmbio das várias experiências regionais, compartilhando-as na Comunidade de Práticas. Foram mais de quatro mil relatos e os próprios participantes, autores de outros trabalhos, avaliaram e escolheram o que foi apresentado na Mostra. Cirandas de Experiências, Dedos de Prosa e Pontos de Encontro, cursos, oficinas, vídeos e exposições abordaram, de forma criativa, o que tem sido feito em relação ao cuidado na Atenção Básica.
“SUS: a Saúde do Brasil” em exposição na IV Mostra Nacional de Experiências em Atenção Básica/Saúde da Família

Os painéis da exposição “SUS: a Saúde do Brasil”, que estimula a reflexão sobre a importância da participação cidadã na consolidação do Sistema Único de Saúde, integram a IV Mostra Nacional de Experiências em Atenção Básica/Saúde da Família. A Mostra proporciona intercâmbios de experiências, contribuindo com a reflexão e constante melhoria na produção do cuidado em saúde nos serviços que constituem o principal ponto de contato dos usuários com o SUS: a atenção básica. O evento pretende agregar ao campo da saúde outras narrativas, para além dos textos científicos que historicamente contribuíram com a reflexão e mudança das práticas de saúde.
Promovida pelo Departamento de Atenção Básica da Secretaria de Atenção à Saúde, do Ministério da Saúde (DAB/SAS/MS), a IV Mostra Nacional de Experiências em Atenção Básica/Saúde da Família acontece entre os dias 12 e 15 de março, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), na capital federal.
A exposição “SUS: a Saúde do Brasil” pode ser visualizada integralmente no sítio do CCMS. Para conferir a programação completa da IV Mostra Nacional de Experiências em Atenção Básica/Saúde da Família, acesse o site do evento: http://atencaobasica.org.br/mostra/
Ministro inaugura a exposição “SUStentabilidade, por um mundo melhor!”
Arthur Chioro convidou os trabalhadores da saúde a adotarem atitudes sustentáveis
Em seu discurso, o ministro convidou todos a visitarem a exposição e chamou a atenção para a importância de se adotarem mudanças concretas no cotidiano, o que, segundo ele, não refletirá apenas na geração de economia no MS, mas na melhoria da qualidade de vida de todos. “Aqui no Ministério da Saúde não tem ninguém que precise ser alertado, informado. Agora, é hora da transformação (desse conhecimento sobre os princípios da sustentabilidade) em atitudes, comportamentos, hábitos, em mudanças concretas, esse é o desafio”, disse o ministro.

Da esquerda para a direita: Adail Rollo–Secretaria Executiva, Elizabete Matheus–Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas (CGESP/SAA/SE), Eugênia Coelho–Coordenação-Geral de Documentação e Informação (CGDI/SAA/SE), Ministro Arthur Chioro e José Braz–Secretaria de Vigilância em Saúde.

A exposição SUStentabilidade: por um mundo melhor apresenta o Projeto Esplanada Sustentável (PES), que tem o objetivo de incentivar órgãos públicos federais a adotarem ações voltadas ao uso racional de recursos naturais.
A mostra é uma realização do Coletivo MS, da Coordenação-Geral de Pessoas (CGESP/SAA/SE), do Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS/CGDI/SAA/SE), da Comissão Interna do Projeto Esplanada Sustentável e da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS).
“SUStentabilidade, por um mundo melhor!” está aberta à visitação no túnel entre os edifícios sede e anexo do Ministério da Saúde, na Esplanada dos Ministérios, Bloco G, de segunda a sexta-feira das 08h às 18h.
SUStentabilidade, por um mundo melhor!
Exposição no Ministério da Saúde, em Brasília, mostra como mudar a cultura institucional, melhorar a gestão dos recursos e combater o desperdício.
Um dos destaques da exposição é a iniciativa Esplanada Sustentável, que tem o objetivo de incentivar órgãos públicos federais a adotarem um modelo de gestão organizada e estruturada para a implantação de ações voltadas ao uso racional de recursos naturais, promovendo a sustentabilidade ambiental e socioeconômica na Administração Pública Federal.
“SUStentabilidade, por um mundo melhor!” está aberta à visitação a partir do dia 26 de fevereiro no túnel entre os edifícios sede e anexo do Ministério da Saúde, na Esplanada dos Ministérios, Bloco G, de segunda a sexta-feira das 08h às 18h.
Avança a derrubada do elevado da Perimetral na Praça XV
Obras que marcam a renovação do porto carioca trazem novos ares ao Centro Cultural do Ministério da Saúde.
Dezenas de operários trabalham todos os dias na demolição do viaduto da Avenida Perimetral na região da Praça XV. O desmanche abre espaço para um novo sistema de mobilidade urbana, que deverá ser implantado até 2016, quando o Rio sediará os Jogos Olímpicos.


O viaduto da Perimetral foi erguido nos anos cinquenta como alternativa de tráfego para as congestionadas vias existentes, permitindo a ligação direta entre as Zonas Sul e Norte da cidade.
A construção do Elevado, no entanto, trouxe prejuízos para o cenário do Rio de Janeiro, como a remoção de diversos prédios históricos, incluindo o conjunto de pavilhões do Mercado Municipal, inaugurado em 1907. Do antigo Mercado, vizinho do CCMS, restou apenas a torre onde atualmente funciona um restaurante.
Patrimônio Histórico
O prédio que hoje abriga o Centro Cultural do Ministério da Saúde e assiste à nova transformação do espaço urbano carioca é resultado de outro projeto de modernização da cidade: o desmanche do morro do Castelo, no início do século passado. Acreditava-se que o morro dificultava a circulação do vento que vinha da Baía de Guanabara, contribuindo para moléstias e epidemias que atacavam a população.
À derrubada da colina do Castelo seguiu-se o aterro onde se instalou a Exposição Internacional Comemorativa do Centenário da Independência do Brasil, realizada em 1922. A mostra revelava as potencialidades brasileiras nos diversos setores da vida nacional. Dentre as construções da Exposição, destacou-se o Pavilhão da Estatística, projetado pelo professor Gastão Bahiana, da Escola Nacional de Belas Artes, hoje ocupado pelo CCMS.
As lentes do fotógrafo Augusto Malta (1864 – 1957) registraram a construção do Pavilhão da Estatística para a exposição comemorativa do centenário da Independência, em 1922. As imagens foram cedidas gentilmente pelo Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro.
Revitalização da zona portuária do Rio trará novos ares ao CCMS
Imagens feitas do alto do edifício Santos Dumont revelam os últimos dias da Avenida Perimetral na região da Praça XV. O viaduto deve se despedir completamente da paisagem carioca até 2016. Registro do fotógrafo Marcelo Queiroz (Núcleo Estadual do Ministério da Saúde RJ). Ao fundo, o prédio do Centro Cultural do Ministério da Saúde, banhado pela Baía de Guanabara.
A derrubada do Elevado da Avenida Perimetral impulsionará a renovação da região do porto carioca, beneficiando diretamente o Centro Cultural do Ministério da Saúde. Atualmente, o viaduto separa o palacete do CCMS de outras construções do centro histórico da cidade de São Sebastião.
Os primeiros 1.050 dos quase cinco mil metros da via expressa já foram implodidos, abrindo caminho para um novo sistema de mobilidade urbana. Até 2016, quando o Rio sediará os Jogos Olímpicos, circulará pela cidade o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) que ligará os bairros da região portuária ao centro financeiro e ao Aeroporto Santos Dumont, passando pelas imediações da Rodoviária Novo Rio, Praça Mauá, Avenida Rio Branco, Cinelândia, Central do Brasil, Praça XV e Santo Cristo.
O Elevado da Perimetral corta a paisagem do Rio de Janeiro, separando o prédio do CCMS de outras construções da cidade, como o Museu Histórico Nacional. Nas fotos: de um lado do viaduto o Centro Cultural do Ministério da Saúde; do lado oposto, o conjunto arquitetônico do Museu.
Patrimônio Histórico
O prédio que hoje abriga o Centro Cultural do Ministério da Saúde e assiste à nova transformação do espaço urbano carioca é resultado de outro projeto de modernização da cidade: o desmanche do morro do Castelo, no início do século passado. Acreditava-se que o morro dificultava a circulação do vento que vinha da Baía de Guanabara, contribuindo para moléstias e epidemias que atacavam a população.
À derrubada da colina do Castelo seguiu-se o aterro onde se instalou a Exposição Internacional Comemorativa do Centenário da Independência do Brasil, realizada em 1922. A mostra revelava as potencialidades brasileiras nos diversos setores da vida nacional. Dentre as construções da Exposição, destacou-se o Pavilhão da Estatística, projetado pelo professor Gastão Bahiana, da Escola Nacional de Belas Artes, hoje ocupado pelo CCMS.
As lentes do fotógrafo Augusto Malta (1864 – 1957) registraram a construção do Pavilhão da Estatística para a exposição comemorativa do centenário da Independência, em 1922. As imagens foram cedidas gentilmente pelo Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro.
Viaduto transformou a paisagem da cidade
Nos anos cinquenta, o Elevado da Perimetral surgiu como alternativa de tráfego para as congestionadas vias existentes. A Avenida permitia a ligação direta entre as Zonas Sul e Norte da cidade. A construção do Elevado, no entanto, trouxe prejuízos para o cenário do Rio de Janeiro, como a demolição de diversos prédios históricos. Entre as obras perdidas, estava o conjunto de pavilhões do Mercado Municipal, inaugurado em 1907, à época das reformas do Prefeito Pereira Passos. Do antigo Mercado, vizinho do CCMS, restou apenas a torre onde hoje funciona o restaurante Albamar.
Ao longo de quase um século, a sede do CCMS acompanhou o surgimento e a derrocada de um polêmico marco da paisagem carioca: o viaduto da Avenida Perimetral. Agora, porém, a expectativa é que as modernas intervenções valorizem os retratos da história do Rio de Janeiro, como o prédio que guarda a memória da Exposição de 1922.
Fachada do palacete onde está instalado o CCMS: o prédio é um dos poucos pavilhões da Exposição de 1922 que resistiram às reformas na paisagem do Rio de Janeiro. Na segunda foto, o CCMS visto da Baía de Guanabara, tendo, ao lado, no centro da imagem, a única torre restante do Mercado Municipal, onde funciona atualmente um restaurante. Por trás do viaduto da Avenida Perimetral, sob as vistas do Cristo Redentor, construções importantes do Centro do Rio, como o prédio que sediou o Ministério da Fazenda nos anos 1940, o moderno complexo do Tribunal de Justiça e o edifício Santos Dumont, o mais alto do estado do Rio de Janeiro quando construído, em 1975, e até hoje um dos mais altos do país, com 43 andares.
Saiba mais sobre o CCMS
O Centro Cultural do Ministério da Saúde foi inaugurado em 2001 como um espaço democrático de disseminação do saber na área da saúde pública. Instalado no palacete que abrigou o “Pavilhão da Estatística” nas comemorações pelo centenário da Independência, em 1922, o CCMS integra o Corredor Cultural do Rio de Janeiro.
Em 12 anos de funcionamento, o Centro Cultural do Ministério da Saúde, que faz parte da Coordenação-Geral de Documentação e Informação/Subsecretaria de Assuntos Administrativos/Secretaria Executiva do Ministério da Saúde, já recebeu mais de 47 mil visitantes em sua sede.
As mostras itinerantes foram visualizadas por mais de 700 mil pessoas em todo o país. Para além das fronteiras nacionais, um público de quase 300 mil visitantes acompanhou as exposições desenvolvidas pela unidade. Todas as mostras estão disponíveis na íntegra no site do Centro Cultural.

Assistência e supervisão técnica
O CCMS também desenvolve ações de cooperação técnica junto a unidades de documentação da área da Saúde. Atualmente, destaca-se a parceria com o Instituto Municipal Nise da Silveira, da Secretaria de Saúde e Defesa Civil do município do Rio de Janeiro, através de um processo de recuperação, organização e informatização daquele que já foi considerado o mais relevante acervo sobre saúde mental na América Latina. Entre os documentos oriundos da primeira instituição manicomial brasileira, o Hospício de Pedro II, criado em 1852, estão prontuários médicos do início do século XIX e livros de registro de escravos.
Contando com o apoio do Núcleo Estadual do Ministério da Saúde no Rio de Janeiro (Nerj), o projeto contribui para a formação de estagiários das áreas de Museologia, História, Biblioteconomia e Arquivologia. O projeto está em fase de conclusão para ser disponibilizado virtualmente ao público.
Reformas
Temporariamente, a sede da unidade encontra-se fechada aos usuários, devido às reformas necessárias para a plena acessibilidade ao prédio e a retomada das ações que tornaram o CCMS referência na difusão do conhecimento na área da saúde pública no País.
Palestras, debates, cursos, atividades culturais e científicas destinadas a profissionais, estudantes e convidados voltarão a movimentar o prédio histórico, discutindo os temas emergentes na área da saúde pública.
A videoteca do CCMS manterá uma programação de mostras temáticas compostas por acervos notórios como os do Ministério da Saúde, Vídeo Saúde (Fiocruz) e instituições de ensino e pesquisa de universidades brasileiras, além de acervos relevantes na área de Saúde Pública.
Os terminais de acesso aos serviços de consulta e pesquisa da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) permitirão aos visitantes conhecer integralmente a produção editorial do Ministério da Saúde, a legislação em Saúde, os sistemas nacionais de informação e as políticas e programas de Saúde implantados no País.
Um retrato da história da Psiquiatria no Brasil
Pesquisadores do Centro Cultural do Ministério da Saúde (CCMS) se debruçaram sobre o acervo de algumas das mais conceituadas instituições brasileiras para retratar a história do primeiro hospital psiquiátrico do país, inaugurado em 1852 na cidade do Rio de Janeiro. O resultado deste trabalho foi reunido no CD-ROM “Hospício de Pedro II: da construção à desconstrução”, que será distribuído para Secretarias de Saúde, Centros de Atenção Psicossocial e instituições de ensino e pesquisa da área de Saúde Mental de todo o Brasil.
As pesquisas revelam o movimento político e social que levou à criação do asilo, a superlotação da unidade e o surgimento das colônias de alienados Conde de Mesquita e São Bento, no bairro da Ilha do Governador, culminando na desativação do Hospício nos anos 1940.
Para retratar todo esse processo histórico, o CD-ROM apresenta crônicas, caricaturas, periódicos e muitos outros registros do dia a dia do manicômio, incluindo correspondências com pedidos de internação de enfermos, mapas estatísticos e relatórios sobre fugas, doações e estudos científicos. Também fazem parte do material decretos e regulamentos, além de dezenas de fotografias do cotidiano dos pacientes e funcionários.
Um dos destaques deste trabalho inédito do CCMS é o passeio pela Capela de São Pedro de Alcântara, situada no andar superior do Hospício. A visita virtual revela detalhes do templo nos primeiros anos de funcionamento do asilo. Em 2011, um incêndio destruiu todo o interior da Capela, que atualmente integra o Palácio Universitário da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). A Universidade está preparando a restauração da igreja dedicada ao padroeiro do Império.
Além de ser distribuída para instituições de saúde de todo o país, a história do Hospício de Pedro II integrará a coleção de mostras virtuais do Centro Cultural do Ministério da Saúde.