Mostra virtual CCMS

Sociedade Viva

Violência e Saúde

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Projeto Quatro Varas

Crescimento de uma comunidade

Depois da fase de implantação, são ampliadas e diversificadas as ações comunitárias. Adalberto, a convite do irmão Aírton, propõe a realização da Terapia Comunitária, um instrumento de consolidação da identidade da comunidade, ameaçada pela dureza da vida cotidiana. Da aliança com a Universidade Federal do Ceará, surge o Movimento Integrado de Saúde Mental, por meio do qual os diversos saberes são articulados a serviço das dinâmicas individuais, familiares e comunitárias. Esse movimento atua no sentido do desenvolvimento das diversas potencialidades: as crianças desenham, os raizeiros trabalham a terra, as mulheres fazem bordados à mão... Também como resultado da integração com a universidade, surge o projeto de extensão Farmácia Viva e, no seu lastro, as atividades referentes ao Horto Medicinal e à Horta Comunitária. Com adubos orgânicos e água retirada com ajuda dos cataventos, o cultivo de plantas medicinais permite adaptar um conhecimento tradicional à nova realidade.

A produção de chás, xaropes e ungüentos, além de propiciar a melhoria da saúde da própria comunidade, destina-se à venda, o que propicia um reforço do orçamento familiar. A comunidade constrói ainda a Casa da Cura, onde os curandeiros acolhem as pessoas estressadas, vítimas de violência, com insônia ou que sofrem de problemas psicossomáticos, e o Centro de Promoção e Defesa da Criança. Findas as atividades escolares, o grupo do Atelier de Arte-Terapia propõe a realização de uma colônia de férias para abrigar as crianças, defendendo-as contra os perigos da rua.

Neste desenho, notam-se adultos e crianças caminhando em direção a uma construção tipicamente indígena conhecida como oca. Percebem-se nuvens e pássaros no céu, além de algumas palmeiras próximas à tapera. Neste desenho em cores, identifica-se uma praia onde alguns adultos e várias crianças interagem. Meninos e meninas brincam entre si ou conversam com um homem que está atrás de uma mesa. Brotando da areia, notam-se muitas palmeiras, além de uma grande árvore à extrema direita.
Neste desenho em cores, no centro, há uma aranha cujas patas transformam-se em raios, mesclando-se ao desenho como um todo. O cenário apresenta, à esquerda, uma oca e duas palmeiras; ao centro, nota-se outro espaço circular, sem paredes, apenas com vigas que sustentam o telhado de palha, sob o qual há cadeiras enfileiradas.
Neste desenho nota-se um local cercado onde se encontram várias pequenas hortas. Dentro do espaço, vê-se também um sistema de abastecimento e irrigação, utilizado por um homem para regar as plantas. Ao fundo, vê-se somente o azul do céu.
Neste desenho em cores, notam-se uma mulher conversando com duas crianças em frente a uma cabana tipicamente indígena. Logo atrás dela, percebem-se mais uma dupla de garotos brincando, além de outro menor dentro da oca.
Várias cenas cotidianas compõem este desenho em cores. No centro da imagem, nota-se uma casa simples de onde partem raios ilustrados com os diversos cenários da vida de uma comunidade. Há pessoas conversando na rua, caminhando, trabalhando na cidade ou no campo e se divertindo em grupo.