Teia Social
Mulheres
Vergonha, medo ou desconhecimento fazem com que muitas vítimas respondam às agressões com o silêncio, o que contribui para aumentar a impunidade
11% das mulheres já sofreram espancamentos com cortes ou fraturas; outras 9% já ficaram trancadas em casa, foram impedidas de sair ou de trabalhar; 8% já foram ameaçadas por armas de fogo (Datasenado, 2006).
Dentre as formas de violência mais comuns destacam-se a agressão física, sob a forma de tapas e empurrões, sofrida por 20% das mulheres; xingamentos, com ofensas à conduta moral da mulher, vividos por 18%; além de outras formas indiretas de agressão, vividas por 15% (Datasenado, 2006).
Os principais agressores são os maridos ou companheiros, ex-maridos, ex-companheiros e ex-namorados (Perseu Abramo, 2001).
Em 2007, o Disque 180 (denúncias de violência contra a mulher), registrou 204.798 atendimentos, o que significou um aumento de 306% em relação ao ano anterior (Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres/Presidência da República, 2008).
